"Seremos humildes, mas assertivos; prudentes, mas corajosos"

O  FLJ (Faria Lima Journal) nasce, hoje, livre da degradação do jornalismo

FLJournal
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Marcio Aith

O jornalismo foi drasticamente impactado pela revolução tecnológica e por sucessivas crises econômicas. Vários veículos tradicionais fecharam as portas. Os que restaram lutam para viver ou sacrificaram seus princípios em troca de um troco no final do mês. Em meio a esse processo, e dele decorrente, surgiu, no meio digital, uma multiplicidade de portais e sites. Eles se apresentam como sucessores do velho e bom jornalismo. No entanto, com poucas e nobres exceções, vivem de adular patrocinadores. Não são órgãos de imprensa. São veículos de relações públicas, na melhor das hipóteses.

O  FLJ (Faria Lima Journal) nasce, hoje, livre das amarras acima descritas; longe da degradação do jornalismo. Seremos um portal de notícias econômicas e políticas com a missão de fornecer um ativo cada vez mais raro neste mercado: a honestidade. Partimos do pressuposto de que a notícia com interesse oculto não é notícia. É fraude. Em especial, uma fraude contra os leitores mais frágeis – sejam eles investidores individuais, donos de pequenos negócios ou profissionais liberais. Estamos otimistas porque já carregamos, em nosso DNA, a missão de democratizar o mercado de capitais, reduzindo a assimetria de informações que existe entre os poderosos e os pequenos. Seremos prudentes, mas corajosos. Humildes, mas assertivos. Defendemos uma sociedade plural, diversa, com distintos pensamentos e ideais políticos. Vemos as liberdades individuais e o potencial de cada um como valores inegociáveis. Não temos compromisso com erros, mas nos comprometemos a reconhecê-los e a corrigi-los se os cometermos. Ouviremos todos os lados de uma disputa. Não divulgaremos ataques gratuitos, nem que disfarçados de fofocas de mercado. Seremos ativamente imparciais. E transparentes. Pois o FLJ se reserva a prerrogativa de ter um ponto de vista. E, em nome da transparência, fará questão de expô-lo com clareza. Assim, alinha-se com as boas práticas das empresas de comunicação nas democracias mundo afora.